O que é e-commerce e para que serve

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Você sabe o que é um e-commerce e qual a sua finalidade em um contexto online? Neste artigo irei detalhar estas e algumas outras informações para esclarecer estas dúvidas em definitivo.

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Atualmente, todas as empresas têm uma representatividade na Internet por meio dos websites. É condição básica para competir no mercado contemporâneo: que um produto ou serviço tenha visibilidade na rede.

Por conseguinte, os modelos de gestão de negócios também se alinharam às expectativas dessa era digital. Especialmente acerca das grandes possibilidades abertas pelo marketing digital.

Assim sendo, o mercado de vendas pela Internet assumiu um lugar de destaque no empreendedorismo. Colocando o produto em posição de vantagem, se comparada às vendas convencionais, as transações comerciais pela rede são uma tendência mercadológica no mundo todo.

A vanguarda do comércio eletrônico

Nesse sentido, as lojas virtuais proliferam e o e-commerce desponta como um ambiente de vendas mais procurado dos últimos tempos. Seguro, confortável e o mais acessado para compras nessa década, os índices estatísticos comprovam tal fato.

Os sites de e-commerce têm ainda o diferencial de disponibilizar produtos dos mais variados nichos de mercado em um só lugar.

Dessa forma, o usuário compra, paga e recebe a mercadoria no endereço residencial ou comercial que determina. Resultado: o cliente fica feliz e satisfeito com a experiência de compra.

Estatísticas de sites e-commerce no Brasil

Decerto, as estatísticas comprovam que os sites de e-commerce se tornaram a opção de compras do presente século.

No dia-a-dia corrido das pessoas dessa contemporaneidade, em que todo o tempo é ocupado pela produtividade, poder comprar por um site chega a ser um alívio.

Os sites de e-commerce podem ser acessados de qualquer dispositivo eletrônico: computadores, tablets e smartphones, a qualquer hora, de qualquer lugar.

Só isso já seria motivo suficiente para comprar pela rede.

No entanto, esses sites oferecem perfeitas condições de compra de produtos com garantia e instruções sobre o mesmo. Além disso, ainda proveem segurança para o usuário em todo o processo de aquisição, especialmente quanto à forma e efetivação do pagamento.

Crescimento do e-commerce

Os números apontam um crescimento contínuo dos sites de e-commerce, no Brasil e no mundo, desde que surgiram.

Relata-se que a primeira ocorrência de uma compra online foi um pedido a Pizza Hut, nos Estados Unidos, em 1994. Isso foi uma verdadeira descoberta e daí em diante, as estatísticas indicam o aumento do volume de vendas pelo e-commerce, em todo o mundo.

Conforme uma pesquisa realizada pela Ebit/Elo sobre Webshoppers https://www.ebit.com.br/webshoppers, o e-commerce faturou R$ 47,7 bilhões, em 2017.

Webshoppers é um relatório realizado pela Ebit sobre o comércio eletrônico brasileiro, tido como referencial para os profissionais da área.

Segundo a Atlas, fonte que realizou a pesquisa E-commerce Radar 2017, os índices são maiores que os da Ebit/Elo, comparados a 2016. As estatísticas indicam um aumento de 12% no volume de transações feitas pelo e-commerce.

Entretanto, em 2018, a Ebit confirma um crescimento de 12% com um faturamento que chegou a R$ 53,5 bilhões.

Aliás, um dado bastante curioso é a presença predominantemente do público feminino na liderança das compras online. Em 2017, o índice foi de 50,6% feminino contra 49,4% masculino.

E-commerce vs Marketplace

Conquanto o significado de e-commerce tenha sofrido desvios do conceito original, na prática diária, é oportuno um esclarecimento sobre isso:

E-commerce não significa Loja Virtual. Ela funciona como uma vitrine de exibição de produtos para serem vendidos pela gestão de negócios intitulado e-commerce.

Entretanto, esses produtos podem ser comercializados sem que seja necessariamente através de uma Loja Virtual. O e-commerce pode se utilizar de um site específico como um portal de vendas para realizar a transação.

No entanto, ele também pode se apoiar em uma plataforma de vendas que são os chamados marketplaces, tais como Amazon, Submarino ou até mesmo o Walmart.

No Brasil, particularmente, os marketplaces mais conhecidos são o Mercado Livre e o OLX, embora ambos sejam de origem estrangeira. Além destes, existe também o popular ELO 7.

Amplo canal de venda

Certamente, os marketplaces são lugares ideais para iniciar a venda de produtos por e-commerce. Caso contrário, o empreendedor que optasse por esse modelo de negócio, teria que investir pesado em publicidade para promover seu produto.

Atualmente, tornou-se bastante facilitado começar um negócio pelo modelo do e-commerce com o progresso do marketing digital. Ele viabiliza estratégias de promoção do produto através das redes sociais, por exemplo, que geram tráfego e conversão.

Desse modo, já não se faz mais necessário, de imediato, desembolsar vultuosas quantias para divulgar um produto. Tão logo ele se torne visível na Internet, a aquisição por e-commerce é a primeira opção do usuário.

Assim, pouco a pouco, o empreendedor poderá expandir seu negócio de e-commerce até investir em plataformas maiores e mais abrangentes.

E-commerce vs Plataformas B2B e B2C

O modelo de negócios de e-commerce contempla dois modos operacionais distintos de transações comerciais:

1 – B2B, sigla em inglês para Business to Business e;

2 – B2C, sigla em inglês para Business to Consumers.

Embora no modo B2C, a venda seja direta para a pessoa, todas as etapas obedecem às mesmas regras e condições.

Já no caso da B2B, as condições variam de acordo com a plataforma que sustenta o e-commerce. São variáveis as formas de pagamento, isenções, tributações, enfim, ajustadas aos moldes da plataforma utilizada.

Mesmo que seja um site de e-commerce independente, as regras e condições do modo operacional B2B serão diferenciadas.

Então, é necessário escolher a plataforma que melhor se ajuste ao seu modelo operacional de e-commerce. Se para pessoas física ou pessoa jurídica, porque há diferenças fundamentais no processo de vendas.

Maiores nichos de mercado e-commerce no Brasil

Segundo a 38ª. Edição da Webshoppers, figuram entre os maiores nichos de mercado e-commerce no Brasil, os seguintes:

Telefonia e Dispositivos Móveis (18,9%); Eletrodomésticos (17,9%); Eletrônicos (11,2%) e Informática (9,8%).

Logo depois vem Casa e Decoração, Moda e Acessórios, e Saúde, Cosméticos e Perfumaria.

O que é e-commerce: Conclusão

Em conclusão, define-se e-commerce como o modelo de negócios para venda de produtos pela Internet. Esta ação pode ser efetuada por meio da construção de um site próprio ou pode se utilizar de uma plataforma de vendas.

É importante lembrar que no e-commerce, o diferencial reside na variedade de produtos de nichos de mercado diversos a serem exibidos na vitrine do site.

O e-commerce como o próprio nome designa, é um comércio eletrônico que envolve transações monetizadas e, para tanto, tem que ser um ambiente seguro.

Por isso, os modos operacionais que tratam de vendas são diferenciados.

O importante é saber que entrar nesse negócio é um caminho sem volta. Isto porque, para dar certo, é fundamental atualizações constantes e observar as tendências para se manter competindo em um mercado tão concorrido.

Escolha o seu nicho de mercado, seu modo operacional ou seja mais ousado e comece uma plataforma.

Espero que você tenha gostado deste artigo. Sobretudo que este tenha contribuído no seu conhecimento.